22 de novembro de 2011

Insônia

Deito-me, mas de olhos abertos e vivos, observo as sombras formadas no teto.
Elas são grandes e desesperadas. E feias.
É tão cedo...
Enxugo as lágrimas no lençol, fecho os olhos e ajeito-me na cama.
Nada parece confortar.
Sinto o luar cobrir-me vagarosamente. Como se soubesse minha alma.

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