Cintilante, o fogo dança em seu candeeiro, ao som das vozes em coro. Mas sob a fina chuva da tarde, ouvem-se outros sons. Mais vivos e alegres. Risos depravados e escancarados; sinceros e contagiantes. Doravante, a chuva corre e o ciclo continua. A água modela o seu percurso, e dá a ele um novo aspecto. Mas a natureza é graduada na arte de se adaptar. E continuará a aprimorar sua arte.
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